O que significa amadurecer sua educação corporativa?
Segundo o relatório da da Josh Bersin Company -The Definitive Guide to Corporate Learning: From Static Training to Dynamic Enablement, a maioria das organizações ainda possuem baixa maturidade em educação corporativa. Apesar do relatório ter o intuito de promover as soluções que a própria companhia de Josh Bersin oferece, ainda assim, quis compartilhar os insights que conectam o que estamos fazendo hoje na Upskill Platform com as necessidades do mercado. É ponto pacífico – os bilhões investidos anualmente em T&D não estão preparando devidamente líderes e equipes para manterem as organizações competitivas.

- Maioria das organizações tem baixa maturidade em educação corporativa
- Do treinamento eventual ao dynamic enablement
- Três pilares: hiperpersonalização, suporte contínuo e aceleração
- Medir impacto no negócio, não horas de treinamento
- RH como arquiteto da estratégia de habilidades
- Nível 4 de maturidade: 6x mais chance de exceder metas
Segundo o relatório da da Josh Bersin Company – The Definitive Guide to Corporate Learning: From Static Training to Dynamic Enablement, a maioria das organizações ainda possuem baixa maturidade em educação corporativa.
Neste artigo:
- O que é: análise dos estágios de maturidade em educação corporativa, baseada no relatório The Definitive Guide to Corporate Learning da Josh Bersin Company, e como a Upskill Platform aplica o modelo de aprendizado dinâmico no desenvolvimento de liderança.
- Por que importa: a maioria das organizações ainda opera com modelos estáticos de treinamento que não geram mudança comportamental real — e os investimentos anuais em T&D continuam sem ROI comprovável para o negócio.
- O que fazer: evoluir de catálogos de cursos para hiperpersonalização contínua, medir impacto no negócio (não horas de treinamento), e integrar mentoria humana com IA para sustentar o aprendizado no fluxo de trabalho.
Apesar do relatório ter o intuito de promover as soluções que a própria companhia de Josh Bersin oferece, ainda assim, quis compartilhar os insights que conectam o que estamos fazendo hoje na Upskill Platform com as necessidades do mercado atual.
É ponto pacífico – os bilhões investidos anualmente em T&D não estão preparando devidamente líderes e equipes para manterem as organizações competitivas.
A mudança de paradigma: do treinamento eventual para o “dynamic enablement”
O relatório da Josh Bersin Company aponta que o futuro não pertence a quem tem o maior catálogo de cursos. Vai prosperar quem estiver desenvolvendo de maneira dinâmica as habilidades críticas para cada colaborador produzir os melhores resultados. E claro isso se aplica a todo tipo de habilidade – técnicas e humanas.
Na Upskill, temos ajudado empresas a romper com esse modelo tradicional e estático no desenvolvimento de liderança.
Nossa abordagem foca em três pilares que aceleram a mudança comportamental para o alcance de resultados tangíveis:
- Hiperpersonalização: desenvolvemos as habilidades que o líder precisa, exatamente para o desafio que ele enfrenta em cada momento.
- Suporte contínuo (in the flow of work): o aprendizado acontece no dia a dia de trabalho. Identificamos os gaps prioritários do líder. O mentor humano cria uma missão de desenvolvimento para vencer seu desafio mais crítico. E o mentor virtualizado com IA dá suporte, ao longo do expediente de trabalho, para a aplicação e ajustes do conhecimento, sedimentando o novo aprendizado.
- Aceleração de habilidades: Não se trata de cumprir o número de horas planejado para os treinamentos. Significa mover o ponteiro da performance em tempo real.
O RH como arquiteto da estratégia
Para sair da baixa maturidade, o RH precisa integrar dados e processos. Temos aprimorado cada vez mais o levantamento de dados e indicadores dos clientes na intenção de ajudá-los a reconhecer no que impacta o despreparo da liderança. E, por outro lado, podermos medir como as mentorias híbridas – com humanos e IA – podem acelerar o ganho de habilidades críticas.
Não podemos mais olhar para indicadores de “horas de treinamento” ou reação ao conteúdo e ministrante, como métricas de sucesso. O aprendizado precisa ser mensurável pelo impacto no negócio.
Defendemos que a medição deve unir:
- As necessidades estratégicas do negócio: O que a empresa precisa para bater de metas no ano?
- Os anseios das pessoas: Onde o colaborador quer chegar?
- Processos de RH integrados: Conectar avaliação de desempenho, PDI e recrutamento interno para reconhecer quem aprende mais rápido e como isso impacta o ROI.
Segundo o mesmo relatório citado acima, as empresas que alcançam o nível 4 de maturidade (apenas 5% do mercado hoje!) têm 6x mais chances de exceder metas financeiras e são 20x mais propensas a inovar.
O modelo de desenvolvimento de liderança na sua empresa gera certificados ou vantagem competitiva e crescimento profissional?
Mentores e especialistas em desenvolvimento de liderança, com mais de 20 anos de prática em mentoria de executivos e empreendedores.


