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O que significa amadurecer sua educação corporativa?

Segundo o relatório da da Josh Bersin Company -The Definitive Guide to Corporate Learning: From Static Training to Dynamic Enablement, a maioria das organizações ainda possuem baixa maturidade em educação corporativa.  Apesar do relatório ter o intuito de promover as soluções que a própria companhia de Josh Bersin oferece, ainda assim, quis compartilhar os insights que conectam o que estamos fazendo hoje na Upskill Platform com as necessidades do mercado.  É ponto pacífico – os bilhões investidos anualmente em T&D não estão preparando devidamente líderes e equipes para manterem as organizações competitivas.

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Equipe Upskill
Publicado em 24 de abr. de 2026 · 3 min de leitura
O que significa amadurecer sua educação corporativa?
O que você vai ver
  • Maioria das organizações tem baixa maturidade em educação corporativa
  • Do treinamento eventual ao dynamic enablement
  • Três pilares: hiperpersonalização, suporte contínuo e aceleração
  • Medir impacto no negócio, não horas de treinamento
  • RH como arquiteto da estratégia de habilidades
  • Nível 4 de maturidade: 6x mais chance de exceder metas

Segundo o relatório da da Josh Bersin Company – The Definitive Guide to Corporate Learning: From Static Training to Dynamic Enablement, a maioria das organizações ainda possuem baixa maturidade em educação corporativa.

Neste artigo:

  • O que é: análise dos estágios de maturidade em educação corporativa, baseada no relatório The Definitive Guide to Corporate Learning da Josh Bersin Company, e como a Upskill Platform aplica o modelo de aprendizado dinâmico no desenvolvimento de liderança.

  • Por que importa: a maioria das organizações ainda opera com modelos estáticos de treinamento que não geram mudança comportamental real — e os investimentos anuais em T&D continuam sem ROI comprovável para o negócio.

  • O que fazer: evoluir de catálogos de cursos para hiperpersonalização contínua, medir impacto no negócio (não horas de treinamento), e integrar mentoria humana com IA para sustentar o aprendizado no fluxo de trabalho.

Apesar do relatório ter o intuito de promover as soluções que a própria companhia de Josh Bersin oferece, ainda assim, quis compartilhar os insights que conectam o que estamos fazendo hoje na Upskill Platform com as necessidades do mercado atual.

É ponto pacífico – os bilhões investidos anualmente em T&D não estão preparando devidamente líderes e equipes para manterem as organizações competitivas.

A mudança de paradigma: do treinamento eventual para o “dynamic enablement”

O relatório da Josh Bersin Company aponta que o futuro não pertence a quem tem o maior catálogo de cursos. Vai prosperar quem estiver desenvolvendo de maneira dinâmica as habilidades críticas para cada colaborador produzir os melhores resultados. E claro isso se aplica a todo tipo de habilidade – técnicas e humanas.

Na Upskill, temos ajudado empresas a romper com esse modelo tradicional e estático no desenvolvimento de liderança.

Nossa abordagem foca em três pilares que aceleram a mudança comportamental para o alcance de resultados tangíveis:

  1. Hiperpersonalização: desenvolvemos as habilidades que o líder precisa, exatamente para o desafio que ele enfrenta em cada momento.
  2. Suporte contínuo (in the flow of work): o aprendizado acontece no dia a dia de trabalho. Identificamos os gaps prioritários do líder. O mentor humano cria uma missão de desenvolvimento para vencer seu desafio mais crítico. E o mentor virtualizado com IA dá suporte, ao longo do expediente de trabalho, para a aplicação e ajustes do conhecimento, sedimentando o novo aprendizado.
  3. Aceleração de habilidades: Não se trata de cumprir o número de horas planejado para os treinamentos. Significa mover o ponteiro da performance em tempo real.

O RH como arquiteto da estratégia

Para sair da baixa maturidade, o RH precisa integrar dados e processos. Temos aprimorado cada vez mais o levantamento de dados e indicadores dos clientes na intenção de ajudá-los a reconhecer no que impacta o despreparo da liderança. E, por outro lado, podermos medir como as mentorias híbridas – com humanos e IA – podem acelerar o ganho de habilidades críticas.

Não podemos mais olhar para indicadores de “horas de treinamento” ou reação ao conteúdo e ministrante, como métricas de sucesso. O aprendizado precisa ser mensurável pelo impacto no negócio.

Defendemos que a medição deve unir:

  • As necessidades estratégicas do negócio: O que a empresa precisa para bater de metas no ano?
  • Os anseios das pessoas: Onde o colaborador quer chegar?
  • Processos de RH integrados: Conectar avaliação de desempenho, PDI e recrutamento interno para reconhecer quem aprende mais rápido e como isso impacta o ROI.

Segundo o mesmo relatório citado acima, as empresas que alcançam o nível 4 de maturidade (apenas 5% do mercado hoje!) têm 6x mais chances de exceder metas financeiras e são 20x mais propensas a inovar.

O modelo de desenvolvimento de liderança na sua empresa gera certificados ou vantagem competitiva e crescimento profissional?

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Equipe Upskill

Mentores e especialistas em desenvolvimento de liderança, com mais de 20 anos de prática em mentoria de executivos e empreendedores.

Perguntas frequentes

O que significa ter baixa maturidade em educação corporativa?

Segundo o relatório The Definitive Guide to Corporate Learning, da Josh Bersin Company, organizações de baixa maturidade operam com treinamentos estáticos e eventuais, como catálogos de cursos padronizados e métricas focadas em horas de treinamento, não em impacto no negócio. Nesses modelos, o RH atua como executor de conteúdo, e não como arquiteto de estratégia de habilidades. O resultado é previsível: alto investimento, baixo retorno mensurável e líderes que saem do treinamento sem mudar o comportamento real.

Como o modelo de mentoria com IA da Upskill viabiliza o dynamic enablement no desenvolvimento de liderança?

O dynamic enablement acontece no fluxo de trabalho, personalizado e com suporte contínuo, e é exatamente aí que entra o mentorIA. Diferente de uma IA genérica, ele se apoia numa base de conhecimento proprietária e específica de liderança: os seis livros da série "A Mente do Líder do Futuro", mais de 50 mil sessões de mentoria realizadas ao redor do mundo e o conhecimento de mais de 200 mentores e especialistas certificados. Na prática, o mentor humano identifica os gaps prioritários e cria uma missão de desenvolvimento, e o mentorIA dá suporte ao longo do expediente para a aplicação e o ajuste do conhecimento, sedimentando o novo aprendizado. Isso sustenta os três pilares do modelo: hiperpersonalização, suporte contínuo no fluxo de trabalho e aceleração de habilidades. Assim, o desenvolvimento deixa de ser um catálogo de cursos e passa a mover o ponteiro da performance em tempo real.

O que é dynamic enablement e como difere do treinamento tradicional?

É o modelo em que o aprendizado acontece no fluxo de trabalho, personalizado para cada colaborador, com suporte contínuo e métricas de impacto real no negócio. Difere do treinamento tradicional em três dimensões: timing (no momento em que o colaborador precisa), personalização (para o gap específico de cada pessoa) e mensuração (por resultado de performance, não por horas cumpridas). É o oposto do catálogo de cursos, que oferece conteúdo e espera que o colaborador o aplique sozinho.

Como medir o impacto real de um programa de desenvolvimento de liderança?

O aprendizado precisa ser mensurável pelo impacto no negócio, não por horas de treinamento ou reação ao conteúdo. Métricas relevantes incluem a variação no engajamento das equipes lideradas, a redução de turnover no time do líder, o progresso nas habilidades mapeadas no assessment inicial e indicadores de negócio como produtividade e metas atingidas. A medição deve unir as necessidades estratégicas do negócio, os anseios das pessoas e processos de RH integrados.

Qual o papel do RH para elevar a maturidade em educação corporativa?

O RH precisa migrar do papel de executor de treinamentos para arquiteto da estratégia de habilidades, integrando dados de performance ao planejamento de desenvolvimento e definindo as habilidades críticas por função. Isso importa porque, segundo o relatório, as empresas que alcançam o nível 4 de maturidade, hoje apenas 5% do mercado, têm 6x mais chances de exceder metas financeiras e são 20x mais propensas a inovar. Organizações de alta maturidade tratam o desenvolvimento como vantagem competitiva, não como benefício ou compliance.

Por que a hiperpersonalização é mais eficaz do que programas padronizados de liderança?

Porque cada líder tem um perfil, gaps e contexto únicos. Um gestor de equipe técnica em expansão tem necessidades completamente diferentes de um diretor em processo de reestruturação. Programas padronizados tratam os dois da mesma forma — e entregam conteúdo relevante para nenhum dos dois em profundidade suficiente. A hiperpersonalização parte de um assessment de perfil, identifica os gaps prioritários para o momento atual do líder e constrói uma trilha de desenvolvimento específica para aquele desafio. O resultado é maior transferência de aprendizado para o dia a dia — porque o conteúdo é imediatamente aplicável à situação real que o líder está enfrentando.

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