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Você investe em bem-estar, mas sua produtividade continua caindo?

Os anos de pandemia, e os efeitos posteriores desta experiência, prejudicaram e muito o bem-estar e saúde mental dos colaboradores, impactando negativamente a produtividade nas empresas. Diante deste cenário, muitas empresas adotaram programas de bem-estar ou começaram a investir mais em benefícios que trouxessem bem-estar e saúde mental para as equipes. No entanto, novos desafios mostraram que agir reativamente para recuperar o bem-estar não é suficiente. É necessário uma solução proativa e que mantenha, de forma mais sustentável, o bem-estar e, consequentemente, a produtividade dos times e o crescimento das empresas.

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Equipe Upskill
Publicado em 30 de mai. de 2023 · 6 min de leitura
O que você vai ver
  • Bem-estar reativo nem sempre segura a produtividade
  • Burnout: 49% em 2022 e 46% em 2023 (Eagle Hill)
  • Problema-raiz costuma ser a mentalidade da liderança
  • Líder que só repassa pressão deteriora as equipes
  • Sobrecarga aumenta rotatividade e conflitos internos
  • Solução proativa une performance e humanização

Os anos de pandemia e seus efeitos prejudicaram muito o bem-estar e saúde mental dos colaboradores. Isso impactou negativamente a produtividade na maioria das empresas.

Neste artigo:

  • O que é: O artigo mostra, por meio da história de uma fintech, por que programas de bem-estar e benefícios como sessões de terapia nem sempre seguram a queda de produtividade. Ele defende uma abordagem proativa que atua no problema-raiz: a mentalidade e o comportamento da liderança.

  • Por que importa: O burnout segue assombrando empresas e profissionais. Segundo a consultoria Eagle Hill, o índice de trabalhadores com burnout foi de 49% em 2022 e 46% em 2023, uma redução ainda pouco expressiva. Soluções reativas convivem com sobrecarga, conflitos internos, aumento de rotatividade e perda de clientes.

  • O que fazer: Olhe além das ações reativas e identifique o problema-raiz que reduz a produtividade, geralmente ligado a uma liderança que apenas transfere pressão para as equipes. Desenvolva uma liderança que una performance e humanização para tornar as equipes mais resilientes diante da incerteza e das mudanças rápidas.

Diante deste cenário, muitas empresas adotaram programas de bem-estar. Outras começaram a a investir mais em benefícios que trouxessem bem-estar e saúde mental para as equipes.

No entanto, o pós-pandemia trouxe outros desafios para a manutenção do bem-estar nas empresas. Um dos principais têm sido a mudança rápida do mercado e do comportamento dos consumidores e profissionais, das pessoas em geral.

Muitas pessoas, incluindo os líderes, ainda estão buscando recuperar o modelo de trabalho anterior à pandemia. No entanto, muitos dos paradigmas, que se aplicavam ao ambiente de trabalho anterior, não funcionam mais hoje.

O burnout ainda assombra muitas empresas e profissionais. Segundo a consultoria Eagle Hill, em 2023, o índice de trabalhadores com burnout é de 46%, enquanto em 2022, foi de 49%, uma redução ainda pouco expressiva. E, muitas delas, apesar de oferecer suporte para quem apresenta sinais de estresse excessivo, nem sempre têm conseguido deter o crescimento do número de diagnósticos da síndrome.

Por esta razão, decidimos trazer uma nova perspectiva sobre a promoção do bem-estar nas empresas. Indo muito além de ações reativas aos problemas de saúde e bem-estar mental no trabalho. Ou seja, trazendo luz ao que realmente precisa ser feito para que seus colaboradores estejam aptos a ser mais resilientes diante da incerteza, das mudanças rápidas, e a se adaptarem melhor aos novos cenários.

Veja, na história a seguir, um dos motivos que pode estar afetando o bem-estar mental de seus colaboradores, aprenda a detectar os sinais e entenda como é possível solucionar esta questão promovendo uma transformação efetiva.

Soluções de bem-estar mental reativas não mantêm a produtividade

Luciano, fundador e CEO de uma fintech há 4 anos, estava preocupado com a desaceleração do crescimento da empresa.

Ele sabia que o mercado era promissor e que seu produto oferecia uma solução atraente. Afinal, o número de usuários havia crescido mais de 200% nos últimos 4 anos.

No entanto, nos últimos 6 meses, a empresa sofria com o atraso nas entregas de atualizações do app. E já não conseguia solucionar a contento os problemas trazidos pelos clientes.

Isso acabou gerando uma perda significativa de usuários. E Luciano precisou realocar colaboradores de vendas para resolver insatisfações com seu serviço publicadas num site de reclamações.

Falta de visibilidade do problema-raiz

Apesar de ainda acompanhar a operação de perto, já que seu time não tinha mais do que 50 pessoas, ainda assim não foi capaz de ver o problema real que estava prejudicando o crescimento:

Seus colaboradores estavam sobrecarregados. Muitos da equipe estavam afastados com licença-saúde e sua liderança passou a cobrir parte da execução da equipe, saindo do seu papel de gerir pessoas para o operacional.

Com o tempo, líderes e equipes começaram a trabalhar expedientes mais longos. A perda de clientes fez a liderança transferir a pressão por resultados para os seus times. Por consequência, os relacionamentos, que antes eram mais humanos, começaram a piorar, acarretando em diversos conflitos internos.

A sobrecarga que deteriora a motivação e as boas relações

Boa parte dos profissionais, insatisfeitos com a sobrecarga e a falta de reconhecimento de seu esforço extra, começou a buscar novos empregos e a sair.

A rotatividade aumentou e a equipe de Recursos Humanos não conseguia repor e treinar os profissionais na velocidade adequada para a empresa continuar crescendo.

Solução reativa, sobrecarga e baixa produtividade

Luciano então percebeu que precisava de um suporte para a saúde mental dos seus colaboradores. No entanto, as sessões de terapia que se tornaram um benefício-padrão da empresa não forem suficientes para solucionar o problema. A liderança continuava transferindo a pressão para as equipes.

Quando você tem um cuidado com o bem-estar dos seus colaboradores, mas a mentalidade e o comportamento da liderança continua igual, o problema que está prejudicando o crescimento da sua empresa não é solucionado.

Uma solução proativa e duradoura: os profissionais e a empresa crescendo juntos

Se você quer atuar no problema-raiz que está reduzindo sua produtividade e desacelerando o crescimento do seu negócio, use uma solução duradoura, trazendo performance e humanização para sua liderança. Quer saber como?

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Perguntas frequentes sobre bem-estar, produtividade e liderança nas empresas

Por que investir em bem-estar nem sempre melhora a produtividade?

Porque programas de bem-estar e benefícios como sessões de terapia são, muitas vezes, soluções reativas que não atacam o problema-raiz. Quando há cuidado com o bem-estar dos colaboradores, mas a mentalidade e o comportamento da liderança continuam iguais, o problema que prejudica o crescimento não é solucionado. No exemplo do artigo, a liderança seguia transferindo a pressão por resultados para as equipes.

Qual o índice de burnout citado no artigo?

Segundo a consultoria Eagle Hill, o índice de trabalhadores com burnout foi de 49% em 2022 e caiu para 46% em 2023. O artigo classifica essa redução como ainda pouco expressiva, indicando que o suporte oferecido nem sempre tem conseguido deter o crescimento dos diagnósticos da síndrome.

Quais sinais indicam que a sobrecarga está afetando a equipe?

No caso descrito, os sinais incluíram atrasos nas entregas, dificuldade em resolver problemas de clientes e perda de usuários. Internamente, surgiram afastamentos por licença-saúde, líderes assumindo a execução operacional, expedientes mais longos, conflitos internos e aumento da rotatividade. A piora dos relacionamentos, antes mais humanos, também foi um indicador.

Por que a liderança é o ponto central para resolver a queda de produtividade?

Porque a mentalidade e o comportamento da liderança determinam se a pressão será absorvida de forma saudável ou apenas repassada às equipes. Quando líderes saem do papel de gerir pessoas e passam a apenas transferir a cobrança por resultados, a motivação e as relações se deterioram. Atuar no problema-raiz exige uma liderança que una performance e humanização.

O que é uma solução proativa e duradoura para o bem-estar nas empresas?

É uma abordagem que vai além de ações reativas aos problemas de saúde mental e prepara os colaboradores para serem mais resilientes diante da incerteza e das mudanças rápidas. Em vez de apenas reagir a sinais de estresse, ela desenvolve a liderança para que profissionais e empresa cresçam juntos. Esse é o caminho proposto pelo modelo da Upskill, que combina mentoria 1:1 humana com IA para desenvolver lideranças mais humanas e de alta performance.

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Equipe Upskill

Mentores e especialistas em desenvolvimento de liderança, com mais de 20 anos de prática em mentoria de executivos e empreendedores.

Perguntas frequentes

Programas de bem-estar garantem a produtividade?

Nem sempre. O artigo mostra, pela história de uma fintech, que benefícios como sessões de terapia e outras ações reativas nem sempre seguram a queda de produtividade. Isso porque atuam no sintoma, e não na causa-raiz, que costuma ser a mentalidade e o comportamento da liderança.

Como a mentoria por IA da Upskill ajuda a proteger a produtividade das equipes?

O desenvolvimento se dá majoritariamente por uma mentoria conduzida por IA, disponível 24/7 e construída sobre uma base proprietária específica de liderança, distinta de um modelo de linguagem genérico. Essa base foi alimentada com dados de mentorias reais conduzidas por mentores humanos em situações práticas de gestão, o que ajuda o líder a reconhecer quando está apenas repassando pressão e a mudar esse comportamento. O conteúdo se apoia na metodologia proprietária e na série A Mente do Líder do Futuro, voltada à mentalidade que sustenta performance com humanização. Com isso, a atuação vai à causa-raiz, e não apenas aos sintomas. Para quem precisa de um trabalho mais intenso, há um plano de mentorias 1:1 semanais com mentor humano, que acelera esses ganhos. Cabe ao cliente escolher entre os dois caminhos.

Qual costuma ser a causa-raiz da queda de produtividade?

Segundo o artigo, o problema-raiz costuma estar na mentalidade da liderança. Um líder que apenas repassa a pressão que recebe deteriora as equipes, e essa sobrecarga aumenta a rotatividade e os conflitos internos. Por isso, atuar sobre o comportamento do líder tende a ter mais efeito do que benefícios reativos.

Qual a diferença entre uma abordagem reativa e uma proativa?

A abordagem reativa trata os sintomas depois que a produtividade já caiu, com benefícios pontuais que nem sempre funcionam. A proativa atua antes, sobre a mentalidade e o comportamento da liderança, unindo performance e humanização. O artigo cita dados da Eagle Hill, com 49% de burnout em 2022 e 46% em 2023, para mostrar que o problema persiste quando não se vai à raiz.

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